No dia 31 de julho de 2021, participei da live Não fazer escondido: leitores e escritores na escola hoje, organizada por Jessica Gogan e Luiz Guilherme Vergara, que atuam no Programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes, na UFF.

Organizada em colaboração com Madalena Vaz Pinto, professora do Programa de Mestrado Profissional ProfLetras, da Uerj, e comigo, o encontro reuniu dois professores mestres no ProfLetras, Carlos Eduardo Canellas e Luíza Klein; as estudantes de ensino médio Eduarda Oliveira Azevedo e Joyce Maravilha; e as professoras Ana Crélia Dias e Heleine Fernandes.

Propus uma entrevista com Eduarda e Joyce, a respeito de suas histórias como leitoras, a atuação da escola e das famílias nessa formação, e o papel das identidades na atividade leitora. Entre os comentários de Heleine Fernandes depois da entrevista, destaco a ênfase na produção de futuros como fim da literatura na escola.

Por fim, o conjunto das falas nessa mesa dimensiona a inaceitável desigualdade educacional no país, considerando a diversidade e a complexidade das escolas públicas, que devem receber constante atenção dos governos no sentido de reduzir com urgência essa desigualdade.