1. Algumas formas da poesia contemporânea procuram não somente extrapolar o livro como destino do poema, como também produzir formas para o poema para as quais o livro se torna impensável. As ruas, os muros, as praças e as redes digitais transformam-se no suporte ou no veículo do poema, e as experimentações de uma série de poetas brasileiros têm feito do espaço público das cidades lugar de poesia.

2. Assim, as projeções de poemas em código Morse na fachada do Museu de Arte do Rio, realizadas por Renato Rezende (SOS Poesia, 2015): vídeocatálogo.

3. Ou ainda as pichações fotografadas por Alberto Pucheu nos muros do Rio de Janeiro e de outras cidades do Brasil e da Europa (Palavras, 2011-2014): vídeo-poema & entrevista.

4. Ou então a instalação-web de poemas sobre o mapa da cidade de Vitória, por Tazio Zambi (cerco, 2013): site.

5. Ou mesmo o aplicativo de poemas da Gab Marcondes, feito junto com Bruno Vianna (poemapps, 2012): site.

6. São quatro exemplos de como a poesia tem ocupado as cidades em performances irredutíveis à página.

7. A oficina PIXO PIXEL POESIA foi concebida por Luiz Guilherme Barbosa, e produzida em parceria com a Raquel Menezes, editora da Oficina: site.

8. Realizada pela primeira vez na Primavera Literária do Rio de Janeiro, no Palácio do Catete, a oficina produziu 12 textos, pixos íntimos, caneta preta sobre papel, e a caligrafia experimentada.

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Ana Hortência
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Ludmila Müller
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Jessica di Chiara
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Juliana Souza do Rego
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Yassu Noguchi

 

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Bruno Domingues 
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Gabriel Lanhas
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Elisa Simoni
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Yolanda Soares
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Virgínia Egito
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Monique Nix
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Sidney Amandulo