Ainda frequentando o livro de Nathalie Quintane, sobre o qual veio falar o Bruno Domingues, colega e amigo, a oficina dessa vez se fez, como o fez a poeta Nathalie Quintane, imaginando um corpo congenitamente anormal, e imaginando, ainda, numa narrativa, a sobrevivência à anormalidade. Escrever é anormal. E são os incipit desses textos que aqui se podem ler, à revelia dos autores, que assinam cada frase, sob o risco de, ao imaginar o corpo anormal, encontrar-se no lugar-comum e assim, quem sabe, através da linguagem, notar que o que há em comum não é normal.








