É impressionante ver Antonio Candido falar de sua relação com a literatura, aqui especificamente com a literatura e a cultura alemãs. Quando diz que, “mentindo e tudo”, já leu o Fausto umas 200 vezes, quando lembra curiosidades juvenis sobre a cultura alemã, quando recita de cor uma canção alemã traduzida por Sérgio Buarque de Holanda etc. E a frase é interminável, e o play é imediato.